Editorial

Entre o feliz e o feroz: conheça o trabalho da banda mineira O Leopardo

Formada em 2015, em Belo Horizonte, a banda de rock autoral O Leopardo é a convidada dessa semana para participar do nosso Editorial Banda. Com letras em português eles falam sobre dilemas e diversões da juventude contemporânea, o amor e a guerra, a cidade e o mundo, o feliz e o feroz.

“Eu sou o gato que subiu no telhado
O leopardo que não vai mais caçar” (Dislexia)

O grupo, que é formado por Bruno Moreno (Guitarra e Vocais), Tomaz Petrillo (Guitarra e Vocais), Filipe Otacílio (Baixo e Vocais) e Cristian Antonine (Bateria) tem uma pegada em Ska, Punk, Raggae, Surf Music e Mambo.

Show Ao Vivo d’ O Leopardo

Já o nome da banda “O Leopardo”, remete ao que é selvagem e instintivo, resultando em uma mistura explosiva com apelo lúdico, popular e dançante: “quente como um amor de verão, arrebatador como o ataque de uma fera”, como proferiram eles.

“Hey! É a festa na piscina!
Os amigo, as amiga vida lôka
A festa tá loucura e não vai acabar
É tudo um sonho, não quero acordar” (Festa na Piscina)

Últimos trabalhos

Dentre os últimos trabalhos realizados por eles, estão:

 

  • 2015: EP Vídeo Premiere: 3 Videoclipes para o lançamento do “O Leopardo EP”
  • 2015: O Leonardo EP: Disco com 8 faixas
  • 2018: Vem lançamento de Single por aê!

 

Enquanto o novo single não chega, vamos curtir o videoclipe mais ouvido dessa galera no canal do youtube…DISLEXIA:

Obrigado por participar do Editorial Banda desta semana, O LEOPARDO! Foi muito bom poder conhecer um pouco da história de vocês e conhecer o trabalho de vocês mais de perto!

Nunca deixem de sonhar!

Se você curtiu o som dos caras e deseja contratar, fazer parcerias etc., todas as formas possíveis de contato com eles se encontram abaixo:

Contatos e Links

E-mail: contatoleopardo@gmail.com

Contato: (31) 99655-8794

Site: www.oleopardobh.wordpress.com

Redes Sociais

Facebook

Twitter Instagram

YouTube Google+

Streaming

Spotify Deezer

BandCamp iTunes

SoundCloud Letras

Padrão
Empreender na Música

Como realizar uma passagem de som de forma profissional?

A passagem de som é um desses assuntos que estão super presentes na vida de um músico e nem sempre se vê sendo compartilhado. Por causa disso, resolvemos criar nesse post uma visão geral de como você banda pode otimizar esse tempo da melhor forma sem ter que gastar anos de estrada quebrando a cabeça até aprender com isso.

Afinal de contas, chegar com uma postura profissional logo de cara é a melhor forma de ganhar credibilidade e conquistar pontos com as casas de shows!

É fato que pode ser um pouco chato essa parte, já que a ansiedade para tocar é demais, porém essa é uma etapa essencial para que seu show seja perfeito e que você consiga demonstrar o seu melhor ao público.

Antes do Show

O sucesso de uma passagem de som começa bem antes do show. Uma banda organizada e que preza pela qualidade do seu trabalho, deve apresentar, no momento do fechamento do show, o rider técnico e o mapa de palco!

O rider técnico vai descrever todas as características técnicas de seu show, para que a casa possa cumprir exatamente o que você precisa para tocar com excelência. Nele deve conter a quantidade de integrantes na banda, uma tabela descritiva com todos os instrumentos e backline, como a banda fica disposta no palco e demais especificidades do show.

Já o mapa de palco, como o próprio nome sugere, é um mapa (um desenho em 3D ou não) que ilustra a sua banda no palco. O exemplo abaixo é o mapa de palco da banda Preto Massa. Confira:

Mapa de Palco – PRETO MASSA

Respeite seu técnico de som

No momento da passagem de som, que se for em um festival ocorre da última banda a tocar na noite para a primeira, é importante respeitar o comando do técnico de som responsável pelo palco. Se todos os músicos resolverem testar seus instrumentos vai acabar virando uma bagunça e ninguém vai conseguir passar o som direito. Por isso, atente ao que o técnico disser e mantenha a organização!

O cenário ideal

O cenário ideal para uma passagem de som é:

  1. Timbrar um instrumento por vez;
  2. Ajuste de retornos de acordo com a necessidade de cada um; Por exemplo: o baixo precisa do retorno do bumbo, então isso vai sendo ajustado, parte por parte;
  3. Não é aconselhável deixar o volume do palco alto, pois isso dificulta a vida do mixador;
  4. Confie no técnico que o som está chegando pro público, que aí você não precisa se preocupar em colocar o P.A em seu retorno.

Para esclarecer:

P.A: “public adress” é o som que a galera escuta do palco;

Monitor: é o famoso “retorno” e existe para que os músicos se escutem.

Padrão
Editorial

Sepulchral Voice: entre idas e vindas, 30 anos de história

A história da banda dessa semana começou em 1987 na capital mineira. Mesmo com todas as dificuldades de se fazer música àquela época, com empecilhos de aparelhagem e de ensaio, a Sepulchral Voice conseguiu lançar, nessa primeira fase, 4 demos. Uow! Foram eles:

  • 1988 – Demo: In Storm
  • 1988 – Demo: Explored and Ignorant Visions
  • 1989 – Demo: Uncontrollable Change
  • 1991 – Demo: Unreal World

Você pode escutar todos estas demos clicando aqui.

O grupo, que se considera parte do gênero de Trash/Death Old School, infelizmente teve que estabelecer um hiato no ano de 1992 devido a problemas internos. Porém, como o rock n roll não pode parar, eles se animaram, depois de 13 anos, e resgataram a formação com uma proposta de fazer dar certo.

Unreal World (1991)

Desde então, eles lançaram (2017)  um Demo com o mesmo nome da banda — que consagrou de uma vez por todas a volta de uma formação mais segura e madura.

Para os próximos 30 anos…

O quarteto composto por Pepê Salomão no baixo, Luiz Sepulchral na guitarra, Harley no vocal e Lélio Gustavo (sim! Da 98 Futebol Clube) na bateria, tem participado de festivais importantes como a Virada do Metal em Belo Horizonte, Monsters of Metal, Jokers of Destruction e recentemente abriram o show da Mystifier.

Para os próximos anos, o que essa galera quer mesmo é conseguir gravar seus trabalhos com alto nível profissional e não parar nunca mais de tocar! Podemos ver que eles estão firmes e fortes nesse intuito, mostrando bastante força com um som marcado por riffs rápidos e agressivos, gutural marcante e letras que protestam contra o sistema.

Confira um pouco da apresentação do Monsters of Metal (2017):

Obrigado por participar do editorial banda dessa semana, pessoal do Sepulchral Voice! O Rock Startup se orgulha de poder contar um pouco da história de vocês e também dos trabalhos lançados! Conte com a gente!

Se você curtiu o som da banda, queira contratar, então entre em contato nas mídias abaixo:

Facebook: https://www.facebook.com/bandasepulchralvoice/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCBceghoUhnxvZJShShDWJVQ

E-mail: sepulchral.v@gmail.com

Telefone: (31) 99976-7889 – Pepê Salomão

Padrão